quinta-feira, 28 de abril de 2011
Profissionalização, profissionalismo e ofício
Música, literatura, teatro e outros bichos
Marcelo Flecha receberá o público para um brinde à sua estreia literária dia 30 de abril (sábado) a partir das 20h no Boteco do Frei.
A atmosfera da noite de autógrafos terá Jorge Choairy assumindo seu papel de Dj, Cláudio Marconcine seu lado performer e André Lucap empunhando seu violão. A Marcelo caberá provocar intervenções artísticas com quem apareça por lá no decorrer da noite.
Para encerrar as atividades do lançamento, o autor participará do seminário “O teatro contemporâneo e suas vertentes” que acontecerá dia 1º de maio (domingo) às 19h após a leitura do texto “Dois” no Teatro Ferreira Gullar, como parte da programação do ciclo de leituras dramáticas.
domingo, 24 de abril de 2011
Fim de FESTA
O festival promoveu as Mostras Adulto, de Rua, Infantil e Paralela, além de diversas atividades outras. Durante a nossa permanência, conseguimos assistir a dois espetáculos adultos, um infantil e participar da mesa redonda “O impacto de grandes festivais na cultura local e na formação de público”, o que não me permite fazer uma avaliação quanto as mostras, mas posso destacar que Pai & Filho foi o único espetáculo fora de São Paulo da Mostra Adulto.
Destaco a mesa redonda e o sempre agradável encontro com o querido Marcelo Bones que esteve como curador da Mostra de Rua. Muito agradável também o quintal da Pagu, ponto de encontro noturno de todo o evento. Nossa montagem foi em palco italiano e o espetáculo adaptou-se bem. Boa apresentação, limpa, mas um pouco fria – a chegada definitiva de Cláudio em maio faz-se necessária.
No mais, a pequena continua se divertindo com o seu fazer e a experiência é sempre positiva. Como sempre, rimos muito!
sábado, 23 de abril de 2011
Piada interna
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Ciclo de leituras dramáticas Marcelo Flecha
sábado, 9 de abril de 2011
Balanço de Aniversário
domingo, 3 de abril de 2011
O papel da reciclagem na pequena companhia
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O que penso sobre o teatro contemporâneo
quinta-feira, 31 de março de 2011
Pequena Festa
domingo, 27 de março de 2011
Artistas em decomposição
quinta-feira, 24 de março de 2011
A inutilidade da vida
Quando o espetáculo se encerra, a energia, inevitavelmente, será modulada para baixo. É sempre assim. Não há glamour nenhum em perceber-se esquálido e fétido depois de um dia de trabalho. Tudo é igual depois de um banho. Aliás, quase tudo. Há satisfação também na morte em vida que se processa cotidianamente.
terça-feira, 22 de março de 2011
Canal de vídeos no YouTube
domingo, 20 de março de 2011
Rumo certo

Circular com um espetáculo é o desejo final de qualquer companhia, e, por consequência, de qualquer artista de teatro. No meu caso – já tive oportunidade de circular os quatro cantos do país – a novidade será a independência no transporte de carga. Nosso veículo transportará os quatro membros da companhia e os cenários, gerando uma praticidade que até agora nunca experimentei. Só a tranquilidade de não ter que torcer para que o cenário chegue a tempo já é uma vitória. Lembro de uma apresentação do balé “Terra Basilis”, em Brasília, quando dois caminhões tombaram na estrada, um de cenários, vindo de São Luís, e outro de iluminação vindo de São Paulo. Eu era o responsável pela montagem – imaginem a aflição – mas tudo correu bem. Agora, como estamos acoplando um reboque ao carro, esperamos menos sobressaltos.
Fico torcendo para que a felicidade dos meus pares seja tão intensa quanto a minha: viajar, montar, apresentar, oferecer oficinas, debater, desmontar, jantar, rir, dormir, acordar, dirigir, é tudo o que quero(emos). Nossa sorte é refém do nosso trabalho. Nosso trabalho é refém do nosso desejo. Nosso desejo é refém da sorte.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Sic
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Grotowski à milanesa
sábado, 12 de março de 2011
O dom de me iludir
sexta-feira, 4 de março de 2011
O corpo que se esgota
Arte de Ana Holck
Houve um tempo em que eu condenava. Agora, me penitencio. O amanhã não existe até que se principie.domingo, 27 de fevereiro de 2011
A ridícula perfeição

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Ser ou estar?
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ter ou não ter...
É uma relação de amor e ódio. Tudo o que tenho foi o teatro que me deu. Porém, tudo o que não tenho também foi o teatro que não me deu. O que não tenho? Sossego. A paz do alienado. A doce miséria de que não tem o que pensar. Piscina. Dente de ouro. Estoque de Moet Chandon. Sonhos. O teatro transforma tudo em uma dura realidade e amplia com lente de aumento todas as imperfeições da vida. Jatinho para ir comprar “yerba” mate. Lava-louças. Descompromisso com o que me cerca. Queria poder acordar sem me preocupar com meu entorno, com a vida de quem não vive, com a fome. Uma biblioteca maior. Fim de semana na Sicília. Quarto de hóspedes. Paciência. Quero sanar as chagas hoje. O teatro me roubou todo o tempo de espera e não me conformo com os remédios de amanhã. Canivete suíço. Quadra de Squash. Preocupação com a aparência. Medo da velhice. Carnaval, pré-carnaval, carnaval fora de época, pós-carnaval... uma jornada sem atropelos: nascimento, reprodução e morte. O que tenho? Isso é tema para outra postagem. Quanto à piscina? Confesso que não gosto muito de água. quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
E como vai o seu saco?
Hoje está um saco! Qual o caminho tortuoso que não devo percorrer? Se estava no caminho certo, e isso não é bom pois acomoda, por que insistir no errado para não me acomodar? Quando é que eu vou crescer? Não sei de quase nada e as teorias continuam muito chatas.
[Pausa para um desabafo anterior à lembrança]
[Pausa para um descarrego]
Amanhã, dia bom. Verei o que fazer. Quanto a mim, digo que o ser ainda vale à pena. Que tal a mim? E o mundo? E depois? Só quero fazer teatro.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Existem dias...
Adeus Ford Ka
Teresina, Bacabal, Pai & Filho, 2005, Canoa Quebrada, Festluso, Cinco Tempos em Cinco Textos, São Bento, Circulação, Medeia, Guajajara, Tibau, Quinta Cultural, Santa Inês, Balsas, Oficina, Fest em cena, Literatura Viva, 2010, Mossoró, BNB de Cultura, Riachão, Ciclo de Leituras, O Acompanhamento, Debate, 2009, Imperatriz, Estreia, Semana do Teatro no Maranhão, 2008, Natal, Myriam Muniz, São José de Ribamar, Fortaleza, 2007, Barreirinhas, Auto da Liberdade, Feira do Livro, 2004, Deus Danado, Entrelaços, 2011, São Luís, Semana Imperatrizense de Teatro, 2006, montagem, travessa da Trindade.domingo, 6 de fevereiro de 2011
Sob os olhos de Kafka
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O teatro ou o jogo das ilusões
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Resultado
domingo, 30 de janeiro de 2011
Dúvidas, dívidas e devaneios.

A perspectiva dessa atividade me provoca alguns questionamentos quanto à importância desses mecanismos de diálogo entre fazedores como fórum de intercâmbio de experiências: nossa prática terá alguma importância para pessoas que não sejam membros da companhia?
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Quando sugeri a oficina para o projeto pensava que sim. Agora, como tudo na minha vida, não sei. Penso que se ao menos conseguirmos demonstrar como acontecem as formações das personagens no processo de construção da pequena já estaremos auxiliando os operadores a gerar uma relação de causa e efeito – tendo em vista que os participantes terão contato como a obra (espetáculo) e seus mecanismos de construção (oficina). Mas o motivo da postagem é levantar a questão para futuras reflexões: temos algo essencialmente relevante para repassar?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
E mesmo sendo um to(lo)do, sou em partes
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Vale prêmio
Também receberão livros as próximas seis pessoas que se tornarem seguidores, levando o blog à incrível marca de noventa pessoas amigas que clicaram em “seguir” por compromisso e nunca mais apareceram!
É a pequena companhia de teatro fortalecendo seus laços internéticos e seu compromisso com a democratização desta opereta meia boca.
P. S.: Palavras do autor






















