
domingo, 27 de fevereiro de 2011
A ridícula perfeição

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Ser ou estar?
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ter ou não ter...
É uma relação de amor e ódio. Tudo o que tenho foi o teatro que me deu. Porém, tudo o que não tenho também foi o teatro que não me deu. O que não tenho? Sossego. A paz do alienado. A doce miséria de que não tem o que pensar. Piscina. Dente de ouro. Estoque de Moet Chandon. Sonhos. O teatro transforma tudo em uma dura realidade e amplia com lente de aumento todas as imperfeições da vida. Jatinho para ir comprar “yerba” mate. Lava-louças. Descompromisso com o que me cerca. Queria poder acordar sem me preocupar com meu entorno, com a vida de quem não vive, com a fome. Uma biblioteca maior. Fim de semana na Sicília. Quarto de hóspedes. Paciência. Quero sanar as chagas hoje. O teatro me roubou todo o tempo de espera e não me conformo com os remédios de amanhã. Canivete suíço. Quadra de Squash. Preocupação com a aparência. Medo da velhice. Carnaval, pré-carnaval, carnaval fora de época, pós-carnaval... uma jornada sem atropelos: nascimento, reprodução e morte. O que tenho? Isso é tema para outra postagem. Quanto à piscina? Confesso que não gosto muito de água. quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
E como vai o seu saco?
Hoje está um saco! Qual o caminho tortuoso que não devo percorrer? Se estava no caminho certo, e isso não é bom pois acomoda, por que insistir no errado para não me acomodar? Quando é que eu vou crescer? Não sei de quase nada e as teorias continuam muito chatas.
[Pausa para um desabafo anterior à lembrança]
[Pausa para um descarrego]
Amanhã, dia bom. Verei o que fazer. Quanto a mim, digo que o ser ainda vale à pena. Que tal a mim? E o mundo? E depois? Só quero fazer teatro.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Existem dias...
Adeus Ford Ka
Teresina, Bacabal, Pai & Filho, 2005, Canoa Quebrada, Festluso, Cinco Tempos em Cinco Textos, São Bento, Circulação, Medeia, Guajajara, Tibau, Quinta Cultural, Santa Inês, Balsas, Oficina, Fest em cena, Literatura Viva, 2010, Mossoró, BNB de Cultura, Riachão, Ciclo de Leituras, O Acompanhamento, Debate, 2009, Imperatriz, Estreia, Semana do Teatro no Maranhão, 2008, Natal, Myriam Muniz, São José de Ribamar, Fortaleza, 2007, Barreirinhas, Auto da Liberdade, Feira do Livro, 2004, Deus Danado, Entrelaços, 2011, São Luís, Semana Imperatrizense de Teatro, 2006, montagem, travessa da Trindade.domingo, 6 de fevereiro de 2011
Sob os olhos de Kafka
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O teatro ou o jogo das ilusões
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Resultado
domingo, 30 de janeiro de 2011
Dúvidas, dívidas e devaneios.

A perspectiva dessa atividade me provoca alguns questionamentos quanto à importância desses mecanismos de diálogo entre fazedores como fórum de intercâmbio de experiências: nossa prática terá alguma importância para pessoas que não sejam membros da companhia?
.
Quando sugeri a oficina para o projeto pensava que sim. Agora, como tudo na minha vida, não sei. Penso que se ao menos conseguirmos demonstrar como acontecem as formações das personagens no processo de construção da pequena já estaremos auxiliando os operadores a gerar uma relação de causa e efeito – tendo em vista que os participantes terão contato como a obra (espetáculo) e seus mecanismos de construção (oficina). Mas o motivo da postagem é levantar a questão para futuras reflexões: temos algo essencialmente relevante para repassar?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
E mesmo sendo um to(lo)do, sou em partes
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Vale prêmio
Também receberão livros as próximas seis pessoas que se tornarem seguidores, levando o blog à incrível marca de noventa pessoas amigas que clicaram em “seguir” por compromisso e nunca mais apareceram!
É a pequena companhia de teatro fortalecendo seus laços internéticos e seu compromisso com a democratização desta opereta meia boca.
P. S.: Palavras do autor
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A improvisação: método e instrumento
domingo, 16 de janeiro de 2011
A estética do feio – primeiras impressões
. sábado, 15 de janeiro de 2011
Flecha e as tragédias do ser
O jornal O Estado do Maranhão publicou um comentário de André Lisboa sobre o livro Cinco Tempos em Cinco Textos, dramaturgia reunida de Marcelo Flecha, lançado dia 07 de janeiro na Oficina Escola. Para acessá-lo clique no diário do André ou na foto abaixo. Para adquirir o livro, envie um e-mail para contato@pequenacompanhiadeteatro.com. .
Chuva, suor e vinho
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Deixe que digam, que pensem, que falem - 7
por Marcelo Flecha
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O ator, esse ser invertebrado
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Um rascunho, um esboço, um vazio
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Prêmio SATED
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Eu, eu mesmo...
O homem, com suas inquietações, não poderá obter respostas, se não percorrer um caminho, tendo condições ou não, de consegui-las, pois o importante, para diminuir as inquietações, é caminhar, puro e simplesmente; movimentar-se. Seu duplo será eficaz nessa procura, nesse processo. É ele quem refletirá suas angústias, o provocador de atitudes, mesmo que elas sejam a recusa, o desvio do olhar. Não há condições, na contemporaneidade, de desistir do outro, pois que, desistir do outro é desistir de si.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Livro (-me)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Reconhecimento, fama e fortuna
Ser artista. Dizer-se um requer certo estofo. Eu cá sempre tenho minhas dúvidas sobre ser artista, sobre o que produzo ter qualidade, sobre estar satisfeito com tudo o que me cerca e me alimenta. Existem duas referências possíveis para que eu me questione ou não: o que vem de dentro e o que vem de fora. Quando alguém diz que gostou do meu trabalho, preciso crer, inicialmente, que essa pessoa está sendo sincera. Acredito na humanidade, mas dizem que pessoas adoram mentir, fazer fita. Quanto sinto uma satisfação ela é sempre sensorial, e mesmo que haja interferências externas, sou eu e meu universo que dizem que estou bem. Sempre é muito pessoal. Já ouvi muita coisa e algumas delas mexem um pouco comigo, fazem com que eu aguce algumas partes adormecidas ou esquecidas, como a necessidade de reconhecimento e do vil metal.segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Diários, semanários, mensários, anuários...
“... Poupo meus não filhos do conflito com o paterno, com a fúria do ser descendente. Poupo meus não filhos da dor de nunca se ser sem ser imagem e semelhança. Poupo meus não filhos de terem que se esquivar de si na busca da perfeição prometida. Poupo meus não filhos de viver.”
“... Entre lados estou seco. Paredes de solidão. Só batem à porta os deuses. Os semideuses invadem as moradas dos mortais fazendo a festa dos pecadores. Solitário, esfrego minhas mãos à espera. Gotas pingam em gotas. Entre elas as luzes se entendem. Eu não entendo. Desvio a vela e sopro para outro norte mais desnorteado do que outrora. Desapareço de mim e fim. O fim é. Na esfera do absoluto tudo está contido. Em mim, o ser, não é.”
“... Ultimamente tenho a impressão de que todas as retas estão tortas. Minha visão entrega sinuosidade em qualquer estrutura linear. Vejo as curvas tortuosas de toda régua construída para alinhar. As linhas dos cadernos parecem leitos de rios onde minha caneta navega tentando não colidir com as margens...”
Dias 08 de novembro e 12 de dezembro transcrevi outros. E assim vão passando os dias, os meses, os anos... dia 07 de janeiro se aproxima... aguardem novidades... e não guardem segredos.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O artista, os editais, a estabilidade, a efemeridade e o teatro
domingo, 12 de dezembro de 2010
... de véspera!

















