domingo, 19 de junho de 2011

100

Estamos comemorando a incrível marca de cem seguidores! Apesar disso continuamos sem leitores, sem vergonha, sem assunto, sem problema, sem teto, sem noção, sem tempo, sem desculpa.

“Moléstia” à parte, nossa proposta tem se mantido fiel ao nosso propósito: escrever periodicamente sobre teatro e seu entorno – o mundo. Eu sei que a esta altura você, leitor fantasma, deve estar cansado das minhas lamurias, e deve perguntar – indignado – se depois dos fiéis dezoito meses de leitura eu ainda ignoro a sua existência. Respondo: claro que não! A vitimização corriqueiramente praticada por mim visa apenas seduzi-lo pelo meio mais infalível e deplorável: a pena. Eu ofereço o produto da minha pena (representada contemporaneamente pelo teclado) em troca da sua.

Se os cem seguidores que a seta indica(va) existissem eu ficaria sem graça. Como sei que somos só você e eu, fico mais à vontade para reclamar a sua presença. Sem motivo e sem razão, mas, sem frescura.

5 comentários:

Luciana Duarte disse...

Perainda, 100? É só o começo. Venha comemorar com a gente aqui, entramos na última semana do espetáculo Chuva de Bala, nos sentiríamos honrados com a sua presença.

Marcelo Flecha disse...

Pô! Até falei para a Tony que queria dar um pulo aí! Estou tentando...

Carol Mello disse...

Uma resposta bem maranhense seria: Hunm, piqueno, hunm, deixa de besteira!

diariodoandre.com disse...

iu!

Rosa Ewerton Jara disse...

Orgulhosíssima de fazer parte desse rol. Me sinto importante, embora seja uma "importante" muito ausente, confesso... Tenho uma certa preguiça de internet. Mas, saiba que gosto demais dos teus textos. Tua "pena" é leve e saborosa ao mesmo tempo que necessariamente ácida, quando precisa e precisa.Parabéns pela marca e pelo marco. Vida longa!!